quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

A propósito do crash da bolsa



Parece que é mesmo assim, né?!


Já ninguém quer saber dos outros valores...


Estou a perder completamente a fé na humanidade!


O que as pessoas querem, sei eu...


Qualquer coisa relacionada com o tema que toca na caixa de som cá do sítio...


... isso e €€€! That's what makes the world go 'round!


.


.

ADENDA:


DEVIDO A ESTÚPIDA FALTA DE TEMPO


(e vontade também)


ESTA CAIXA SERÁ ENCERRADA


(until further notice)



Bom fim-de-semana


(e uma boa vida)!

.

25 comentários:

Sadeek disse...

Bom dia Sofia,

Olha, mesmo assim ainda te aguentaste uns tempos. Eu já há muito que prefiro a bicharada... ;)

BEIJOS

conchita disse...

Já vais desistir?!, pois fico com pena, aqui te espero!
Um bom fim de semana :)

Lisa's mau feitio! disse...

Tens toda a razão, Sofia... A axiologia é ciência que deu lugar à Economia... E agora transpor isto para a realidade humana em termos de afectos... É francamente triste.

não percebi se vais fechar o blog... Espero que não. Se sim, sê feliz! :)

Lisa

AJO disse...

Não não não... não te vás... fazes falta desse lado. fico mesmo com pena se fores. Entretanto bom fim de semana. Até já. Bjs

xá-das-5 disse...

Hein? fecha-se um cx com a mafalda?????????????????????

Carlos Lopes disse...

Não acredito, sofia! Não acredito! Não é mesmo verdade, pois não?

Lapa disse...

ALTO SOM, GOSTEI.

SILÊNCIO CULPADO disse...

A Axiologia deu lugar à Economia mas não para todos. Em muitos sítios as pessoas desistiram de ser gente mas ainda há quem o seja de verdade.
Nunca desistas, Sofia.
Beijinhos

Casemiro dos Plásticos disse...

é a vidinhg pá!
beijo e bom fds

Isabel Fonseca disse...

Oi??! Não entendi muito bem. Cara, você não podji féchar esta caixinha. Nois précisamos di você aqui!!

Bem, fora de brincadeiras. Estás a brincar não estás?!
Ai, como eu te compreendo! Mas espero que voltes em força!

Beijinhos*

Joseph disse...

Sofia, querida amiga
Boa noite

Don´t give up!

Não nos faças isso.

Tu sabes quanto gostamos de ti, e se é um tempo que queres... tira-o, mas VOLTA, em breve...

Este mundo parece realmente um mundo de doidos, mas temos que ser mais fortes do que eles.

Beijokas**, Sofia amiga.
(Um bom fim de semana de reflexão)
Faço anos dia 17. É esta a prenda que me vais dar?

Cati disse...

Bem... pensei um bom bocado antes de deixar aqui o meu comentário.

Eu assisti ao nascimento deste blog. Fui, por assim dizer, uma espécie de parteira... (",)

E agora, no momento da sua interrupção, junto-me ao coro de vozes que já aqui se ouvem... vai, mas volta!

Queremos ler, queremos saber...

Dos teus humores e desumores.
Dos teus pensamentos... e da falta deles.

Vais fazer falta a este pedaço de blogoesfera.

Volta, se assim o desejares, quando o entenderes. E por isso te deixo um

ATÉ BREVE!!! (blogoesférico...)

Como diz a canção que tão bem escolheste... "THERE'S NO SUBSTITUTE for YOU"

Adoro-te Sofia, com ou sem caixinha. Nunca te esqueças disso.

Kiss sis...

(PS - desculpa a lamechice, jezzzz... sabes que andei a limpar as casas de banho e entrou-me WC pato para os olhos... subiu ao cérebro e deu nisto!!!!!)

Sofia disse...

Caros amigos,

O meu eu blogosférico não morre com a caixinha dos botões... digamos apenas que me deixei de costuras.

Eu vou andar por aí... outro(s) blog(s), outro(s) registo(s).

Há um mundo projectos para satisfazer.

Mas não me esqueço de vocês e podem contar com uma visitinha ocasional às vossas "casas"!

A todos vós, um grande Bem-Haja e beijinhos

htsousa disse...

Já cheguei aqui tarde.

Fico à tua espera, então, e de mais blogonovelas. Beijo grande e bom regresso!

Vício disse...

ora então... adeus!

Francis disse...

é justo, é a tua decisão.

encontramo-nos por aí.

Joseph disse...

Sofia
Olá

Fiquei mais satisfeito com esta tua aparição, e nunca te esqueças, que os amigos virtuais também podem ser amigos reais.

Tudo de bom para ti.

Beijinhos** muito amigos.
(Da Beira Alta para o Ribatejo)

Sadeek disse...

Opsss....ou eu não percebi bem ou não quero perceber! The End?!

Sofia, não é verdade, pois não?
Diz-me que não...

Parece que sim, depois de ler esta malta...

Sofia, como pouco te irei ver quero-te desejar tudo de bom. Grandes momentos que nos deste...

OBRIGADO POR TUDO.

BEIJOS

quintarantino disse...

... assim não vale ...

bluerussian disse...

oooooohhhhh!!!! tá mal!!!!!!!!!!!
mas vai aparecendo!!!!!!!!!!! please!!!!!!!
Saudações!!!

JOY disse...

Sofia

Compreendo-te,
até já

JOY

AJO disse...

Aí caramba que parece mesmo verdade... não voltas ... andei desaparecida, mas tou de regresso às vezes lá tem que ser.
BJS e boa semana.

A.Mello-Alter disse...

A VERDADEIRA IDENTIDADE DE FLORINDINHA
Capítulo I
Zé da Horta e Chica Ranheta já tinham seis filhos, mas aprochegando-se o nascimento do sétimo rebento, havia uma certa borrasca no lar. As seis tentativas anteriores não foram suficientes para realizar o sonho do homem: ser pai de uma menina.
Caseiro na Herdade do Adriano Vesgo, Zé era um tipo casmurro, marcado pela porrada que levou dos quatro irmãos mais velhos, patifes arruaceiros cujo grande divertimento, quando estavam em casa, era cascar no benjamim. Facto que o fazia detestar os filhos machos.
Zé da Horta vivia como um touro prestes a investir. Ao mínimo pretexto, distribuía estalada pela meia-dúzia de catraios ranhosos. Por isso Chica Ranheta nem se espantou quando o marido, com um tom de voz até doce se comparado ao tratamento habitual que dispensava à família, decretou:
- Se for outra “menina de três pernas”, afogo os dois no tanque da horta, sua cadela!
Para sorte da pobre mulher, Zé estava no trabalho quando ela entrou em trabalho de parto. Ao conferir, com a criança ainda nas mãos da comadre que a assistiu, que se tratava de “uma menina com rastilho”, Chica chorou baba e ranho. A comadre Jacinta, a velha parteira, tentou consolá-la com as palavras simples mas sábias de quem estava habituada áqueles cheliqes:
- Dêcha-te disso cachopa. Atão o qu’é que deu agora…, tu sempre foste rija. Pariste outros seis sem te pores pr’aí a berrar. Isso até te fica mal. Limpa-me essas ventas, vá.
- Nã é isso, Ti Jacinta... - interrompeu a mulher, entre lágrimas - o problema é que o meu Zé vai me matar se souber que é outro cachopo…
Ti Jacinta era uma mulher manhosa. Com um sorriso maroto, sugeriu:
- S’é assim, cria o cachopo como se fosse uma menina. O compadre Zéi neim vai pôr reparo...
- A comadre acha que isso pode dar certo? - animou-se Chica Ranheta.
- Atão nã haverá de dar rapariga... Lembras-te daquela moçoila que vivia com o porqueiro da herdade do Tojal? Tinha aqueles pêlos todos porque era homem. Oh filha é o que há mais…
Agarrando-se aquele fio de esperança, a mãe abraçou carinhosamente a criança e encheu-se de ternura.
- E... pode dar certo. Ate que ele parece uma flor, tão lindo...
- Uma flor, linda, filha... - corrigiu Jacinta – Florinda…
- Florinda Ranheta da Horta, Florindinha.

(Conseguirá Chica Ranheta passar a perna ao seu homem? Nem eu sei. Não perca o próximo capítulo, se houver…)

A.Mello-Alter disse...

A VERDADEIRA IDENTIDADE DE FLORINDINHA
Capítulo I
Zé da Horta e Chica Ranheta já tinham seis filhos, mas aprochegando-se o nascimento do sétimo rebento, havia uma certa borrasca no lar. As seis tentativas anteriores não foram suficientes para realizar o sonho do homem: ser pai de uma menina.
Caseiro na Herdade do Adriano Vesgo, Zé era um tipo casmurro, marcado pela porrada que levou dos quatro irmãos mais velhos, patifes arruaceiros cujo grande divertimento, quando estavam em casa, era cascar no benjamim. Facto que o fazia detestar os filhos machos.
Zé da Horta vivia como um touro prestes a investir. Ao mínimo pretexto, distribuía estalada pela meia-dúzia de catraios ranhosos. Por isso Chica Ranheta nem se espantou quando o marido, com um tom de voz até doce se comparado ao tratamento habitual que dispensava à família, decretou:
- Se for outra “menina de três pernas”, afogo os dois no tanque da horta, sua cadela!
Para sorte da pobre mulher, Zé estava no trabalho quando ela entrou em trabalho de parto. Ao conferir, com a criança ainda nas mãos da comadre que a assistiu, que se tratava de “uma menina com rastilho”, Chica chorou baba e ranho. A comadre Jacinta, a velha parteira, tentou consolá-la com as palavras simples mas sábias de quem estava habituada áqueles cheliqes:
- Dêcha-te disso cachopa. Atão o qu’é que deu agora…, tu sempre foste rija. Pariste outros seis sem te pores pr’aí a berrar. Isso até te fica mal. Limpa-me essas ventas, vá.
- Nã é isso, Ti Jacinta... - interrompeu a mulher, entre lágrimas - o problema é que o meu Zé vai me matar se souber que é outro cachopo…
Ti Jacinta era uma mulher manhosa. Com um sorriso maroto, sugeriu:
- S’é assim, cria o cachopo como se fosse uma menina. O compadre Zéi neim vai pôr reparo...
- A comadre acha que isso pode dar certo? - animou-se Chica Ranheta.
- Atão nã haverá de dar rapariga... Lembras-te daquela moçoila que vivia com o porqueiro da herdade do Tojal? Tinha aqueles pêlos todos porque era homem. Oh filha é o que há mais…
Agarrando-se aquele fio de esperança, a mãe abraçou carinhosamente a criança e encheu-se de ternura.
- E... pode dar certo. Ate que ele parece uma flor, tão lindo...
- Uma flor, linda, filha... - corrigiu Jacinta – Florinda…
- Florinda Ranheta da Horta, Florindinha.

(Conseguirá Chica Ranheta passar a perna ao seu homem? Nem eu sei. Não perca o próximo capítulo, se houver…)

Joseph disse...

Sofia
Oi

Saudades.....muitas.

Uma beijoka.